Este Blog foi criado para que aqui eu possa dividir com os outros um pouco de minhas pesquisas e experiências. Amo ler e escrever, e acho muito interessante trocar idéias com o próximo, mesmo quando este próximo nós não conhecemos e estão muitas vezes milhas de distância de nós. Sintam-se em casa.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
http://youtu.be/79LgTgfOdBI
Não existe Evangelho sem a Cruz.. Lindo demais. Cristo está a sua porta, esperando pacientemente abrirmos. Mas por vezes ignoramos seu chamado pela comodidade, pela traiçoeira escolhas e por sermos fracos e pecadores, sejamos francos. Mas ele não desiste, e se quisermos ele VIVE e VIVERÁ para todo sempre conosco. Porque ele nos quer, nos ama e nos aguarda. Vamos, vamos todos nós abrirmos esta porta, deixar ele entrar porque ele é, como uma cachoeira de amor, de fé, de compaixão. Glória a DEUS.
Cheescake - Receita original.
Foi durante a minha vida nos Estados Unidos que eu apreciei o verdadeiro Cheesecake, bem no seu estilo “New York”. Até então, eu não conhecia este delicioso dessert, que por lá é uma preferência nacional.
É muito difícil encontrar um lugar que venda um realmente gostoso no Brasil. O verdadeiro cheesecake, apesar de suas variedades, tem como principais características um recheio bem macio e cremoso, com um leve gosto de cream cheese em harmonia com baunilha. A cobertura de morango, apesar de não ser obrigatória, também traz um contraste perfeito, tanto na aparência como no sabor.
Falando agora um pouco sobre a história do cheesecake, é interessante que hoje em dia, a sua imagem está ligada diretamente como uma sobremesa tipicamente americana. Ok, isso não deixa de ser verdade, afinal, é um dos pratos mais consumidos no país. Entretanto, a sua origem não tem nada a ver com a Big Apple. Muito pelo contrário, há relatos que a primeira versão do bolo surgiu na Grécia antiga, onde foi um alimento bastante popular – claro que com uma receita menos sofisticada. Somente depois da conquista do território grego pelo Império Romano que ficou conhecido no resto do continente europeu, chegando aos Estados Unidos muito tempo depois. Nesse site é possível encontrar mais informações sobre a história do cheesecake.
Eu confesso que foi necessário fazer pelo menos 6 receitas para alcançar o resultado desejado – recheio macio e cremoso. Aqui eu compartilho a minha versão final da receita do cheesecake
Massa Sucrée
Ingredientes
250g de Farinha de Trigo
125g de Manteiga
125g Açúcar (confeiteiro, preferencialmente)
50g de Ovos
1g de Sal
2 colheres de café de essência de Baunilha (pode colocar um pouco de Mapple Syrup, se quiser).
Modo de preparo
Com as pontas dos dedos, misture bem a farinha, o açúcar e a manteiga, até formar uma “farofa”.
Adicione os ovos, o sal, a essência de baunilha e misture bem.
Forme uma bola de massa e proteja com filme PVC. Deixe-a descansar um pouco na geladeira.
Abra a massa com um rolo e forre o fundo de uma fôrma. A massa deve preencher somente o fundo, sem laterais.\
Leve ao forno pré-aquecido a 180 C, até dourar levemente. Reserve.
Recheio
Ingredientes
450g de Cream cheese
5 ovos
200g de açúcar
40g de farinha de trigo
200 ml de leite
400g de sour cream (creme azedo – para essa preparação, apenas misture o creme de leite com um pouco de limão e deixe descansar na geladeira).
2 colheres de café de essência de baunilha.
Modo de preparo
Misture bem o cream cheese e os ovos. Eu aconselho a bater o cream cheese sozinho, para formar uma pasta, e somente depois adicionar os ovos. Se for necessário, use a batedeira.
Acrescente o açúcar e a farinha.
Adicione o leite, o creme azedo (creme de leite) e a essência de baunilha.
Coloque o recheio sobre a massa sucré já pré-assada.
Leve ao forno baixo (160C) até a massa ficar firme e levemente dourada.
Deixe esfriar. Reserve.
Sirva com uma calda de morango (dica: adicione um pouco de menta e aceto balsâmico, eles ajudam a exaltar o aroma da fruta).
É muito difícil encontrar um lugar que venda um realmente gostoso no Brasil. O verdadeiro cheesecake, apesar de suas variedades, tem como principais características um recheio bem macio e cremoso, com um leve gosto de cream cheese em harmonia com baunilha. A cobertura de morango, apesar de não ser obrigatória, também traz um contraste perfeito, tanto na aparência como no sabor.
Falando agora um pouco sobre a história do cheesecake, é interessante que hoje em dia, a sua imagem está ligada diretamente como uma sobremesa tipicamente americana. Ok, isso não deixa de ser verdade, afinal, é um dos pratos mais consumidos no país. Entretanto, a sua origem não tem nada a ver com a Big Apple. Muito pelo contrário, há relatos que a primeira versão do bolo surgiu na Grécia antiga, onde foi um alimento bastante popular – claro que com uma receita menos sofisticada. Somente depois da conquista do território grego pelo Império Romano que ficou conhecido no resto do continente europeu, chegando aos Estados Unidos muito tempo depois. Nesse site é possível encontrar mais informações sobre a história do cheesecake.
Eu confesso que foi necessário fazer pelo menos 6 receitas para alcançar o resultado desejado – recheio macio e cremoso. Aqui eu compartilho a minha versão final da receita do cheesecake
Massa Sucrée
Ingredientes
250g de Farinha de Trigo
125g de Manteiga
125g Açúcar (confeiteiro, preferencialmente)
50g de Ovos
1g de Sal
2 colheres de café de essência de Baunilha (pode colocar um pouco de Mapple Syrup, se quiser).
Modo de preparo
Com as pontas dos dedos, misture bem a farinha, o açúcar e a manteiga, até formar uma “farofa”.
Adicione os ovos, o sal, a essência de baunilha e misture bem.
Forme uma bola de massa e proteja com filme PVC. Deixe-a descansar um pouco na geladeira.
Abra a massa com um rolo e forre o fundo de uma fôrma. A massa deve preencher somente o fundo, sem laterais.\
Leve ao forno pré-aquecido a 180 C, até dourar levemente. Reserve.
Recheio
Ingredientes
450g de Cream cheese
5 ovos
200g de açúcar
40g de farinha de trigo
200 ml de leite
400g de sour cream (creme azedo – para essa preparação, apenas misture o creme de leite com um pouco de limão e deixe descansar na geladeira).
2 colheres de café de essência de baunilha.
Modo de preparo
Misture bem o cream cheese e os ovos. Eu aconselho a bater o cream cheese sozinho, para formar uma pasta, e somente depois adicionar os ovos. Se for necessário, use a batedeira.
Acrescente o açúcar e a farinha.
Adicione o leite, o creme azedo (creme de leite) e a essência de baunilha.
Coloque o recheio sobre a massa sucré já pré-assada.
Leve ao forno baixo (160C) até a massa ficar firme e levemente dourada.
Deixe esfriar. Reserve.
Sirva com uma calda de morango (dica: adicione um pouco de menta e aceto balsâmico, eles ajudam a exaltar o aroma da fruta).
terça-feira, 26 de julho de 2011
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
Fãs ou seguidores de Cristo?
"Eis que venho sem demora..." Apoc.3:11
Nem todo aquele que Me diz: “Senhor, Senhor”, entrará no reino dos Céus. Mateus 7:21
Cem mil pessoas se reuniram para ver a façanha. Era um negócio de vida ou morte. Não havia rede de segurança. Blondin atravessou a primeira vez. Na segunda vez, tirou fotografia das pessoas. Numa outra vez, levou uma cadeira e ficou em pé nela. Em outra, preparou um omelete. E então atravessou com um carrinho de mão. Foi aí que se aproximou da multidão e perguntou: “Vocês acreditam que eu consigo atravessar?” Claro, todos acreditavam. “Quem quer entrar no carrinho?”, perguntou Blondin. Fez-se grande silêncio. Então, um homem, Harry Colcord, que conhecia Blondin e tinha trabalhado com ele, e o havia visto atravessar cem vezes, entrou no carrinho de mão e foram para o outro lado. Blondin tinha milhares de fãs, mas apenas um seguidor.
Estrelas da TV e do cinema, jogadores e heróis têm seus fãs. Às vezes, esses fãs assistem ao espetáculo em que seus ídolos se apresentam. Fora isso, nenhum compromisso.
Conhecemos pessoas que são fãs de Jesus, mas nunca elevam seu nível de compromisso com Ele. Permanecem apenas como fãs. Há muitos que visitam nossas igrejas e ficam maravilhados, se desdobram em elogios. “Que ensinamentos bonitos vocês têm! Como seria se mais gente soubesse disso! Que música inspiradora! Senti-me perto do céu!” “Os anjos estavam cantando com vocês!” Outros dizem: “Gente, era isso que eu estava precisando. Eu quero conhecer mais.” Mas, na hora de decidir, deixar de ser fã para se tornar seguidor, colocar-se ao lado de Deus, vacilam.
Lembro-me de quando era pastor da Igreja Adventista Central de Brasília e comecei uma série de estudos bíblicos com uma senhora. Ela recebia como se fosse novidade tudo que eu lhe mostrava na Bíblia. Ao estudarmos sobre a volta de Jesus, percebi a inquietação dela. No fim do estudo, ela disse: “Infelizmente, não vai dar para continuar. Para aceitar isso vou ter que renunciar a muita coisa. E, por enquanto, não estou disposta.”
Fãs ou seguidores de Jesus? Ele disse: “Se alguém quiser acompanhar-Me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-Me” (Lc 9:23).
Fonte: Meditações Diárias - Momentos de Graça
Autor: José Maria Barbosa Silva
2012 será o fim?
O fenômeno (português brasileiro) ou fenómeno (português europeu) de 2012 compreende um conjunto de crenças e teorias escatológicas de que eventos cataclísmicos ou de transformação ocorrerão em 21 de dezembro de 2012,[1][2][3] data que é considerada o final de um ciclo de 5.125 anos do Calendário de Contagem Longa Mesoamericano. Vários alinhamentos astronômicos e fórmulas numerológicas têm sido relacionadas com esta data.
A interpretação da Nova Era sobre essa “transição” postula que, durante este tempo, o planeta e seus habitantes podem sofrer uma transformação positiva física ou espiritual e que 2012 pode marcar o início de uma nova era. Outros sugerem que o ano de 2012 marca a data final do mundo ou o início de uma catástrofe semelhante. Teorias para o fim do mundo incluem a colisão da Terra com um planeta de passagem (muitas vezes referido como “Nibiru”) ou com um buraco negro, ou a chegada do próximo máximo solar.
Estudiosos de diversas áreas têm rejeitado a idéia de que uma catástrofe ocorrerá em 2012. Os principais estudiosos dos maias afirmam que previsões de morte iminente não são encontradas em qualquer um dos clássicos códices maias e que a ideia de que o calendário de contagem longa “termina” em 2012 deturpa a história maia.Os maias modernos não consideram a data significativa e as fontes clássicas sobre o tema são escassas e contraditórias, sugerindo que houve pouco ou nenhum consenso universal entre eles sobre o que a data pode significar.
Adicionalmente, astrônomos e outros cientistas rejeitam as previsões apocalípticas e as classificam como pseudociência, afirmando que os eventos previstos são desmentidos por simples observações astronômicas. A NASA tem comparado os medos em relação ao ano de 2012 com o fenômeno “Bug do milênio” no final da década de 1990, sugerindo que uma adequada análise dos fatos pode impedir temores de um desastre. A ideia de um evento mundial que ocorreria em 2012, baseado em qualquer tipo de interpretação do calendário de contagem longa, é rejeitada e considerada como pseudociência pela comunidade científica internacional.
Calendário de Contagem Longa

Civilização maiaPovos · Línguas · SociedadeReligião · Mitologia · Sacrifício humanoArquitetura · CalendárioTecidos · ComércioMúsica pré-colombiana · EscritaHistóriaColapso maia do clássicoConquista do IucatãFenômeno 2012v • e
Dezembro de 2012 marca o fim do atual ciclo b’ak’tun da contagem longa mesoamericana, a qual era usada na América Central antes da chegada dos europeus. Embora a contagem longa tenha sido provavelmente inventada pelos olmecas, tornou-se estritamente relacionada com a civilização maia, cujo período clássico durou entre 250 e 900 d. C. Os maias clássicos eram alfabetizados e seu sistema de escrita encontra-se substancialmente decifrado.
A contagem longa define a “data zero” em um ponto do passado, que marcou o fim do mundo anterior e o início do atual, correspondente a 11 ou 13 de agosto de 3114 a. C. no calendário gregoriano, dependendo da forma utilizada. Ao contrário do calendário usado atualmente pelos maias, a contagem longa foi linear, e não conjuntural, e mantida em unidades de tempo baseadas no sistema vigesimal. Por esse meio, 20 dias correspondem a um uinal, 18 uinals (360 dias) a um tun, 20 tuns a um k’atun e 20 k’atuns (144.000 dias) correspondem a um b’ak’tun. Assim, por exemplo, a data maia 8.3.2.10.15 representa 8 b’ak’tuns, 3 k’atuns, 2 tuns, 10 unials e 15 dias desde a data zero. Muitas inscrições maias têm a contagem de mudança para uma ordem mais elevada após 13 b’ak’tuns. Hoje, as correlações mais amplamente aceitas para o final do décimo terceiro b’ak’tun são no calendário ocidental os dias 21 e 23 de dezembro de 2012.[13]
Teoria apocalíptica Em 1957, o astrônomo Maud Worcester Makemson escreveu que “a realização do Grande Período de 13 b’ak’tuns será da maior importância para os maias. Nove anos depois, Michael D. Coe, mais ambiciosamente, afirmou que o “Armageddon degeneraria todos os povos do mundo desde a sua criação, e que no dia do décimo terceiro e último b’ak’tun o universo seria aniquilado, no dia 24 de dezembro de 2012 (depois revisada para 23 de dezembro de 2012) quando o Grande Ciclo da contagem chega a sua conclusão. A questão é ainda mais complicada por diversas cidades-estados maias empregarem a contagem longa de maneira diferente. Em Palenque, a evidência sugere que os sacerdotes acreditavam que o ciclo terminaria após 20 b’ak’tuns e não 13. Objeções
As previsões apocalípticas de Coe foram repetidas por outros estudiosos até o início da década de 1990.Entretanto, mais tarde, pesquisadores disseram que, embora o final do 13º b’ak’tun talvez seja um motivo de comemoração, não marca o final do calendário. “Não há nada em qualquer profecia maia, asteca ou da antiga Mesoamérica que sugira que eles profetizaram qualquer tipo de grande ou súbita mudança em 2012”, diz o estudioso dos maias Mark Van Stone. “A noção de que um “Grande Ciclo” vai chegar ao fim é uma invenção completamente moderna. Em 1990, os estudiosos maias Linda Schele e David Freidel argumentaram que os maias “não conceberam que isso seja o fim da criação, como muitos sugeriram. Susan Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia Latino-Americana no Museu de História Natural da Flórida, declarou: “nós não temos nenhum registro ou conhecimento de que [os maias] pensavam que o mundo chegaria ao fim” em 2012.Para os antigos maias, isso era uma grande celebração que seria feita até o fim de um ciclo”, diz Sandra Noble, diretora executiva da Fundação para o Avanço dos Estudos Mesoamericanos em Crystal River, Flórida, Estados Unidos. A escolha de 21 de dezembro de 2012 como o dia de um evento apocalíptico ou de um momento cósmico de mudança, diz ela, é “uma completa invenção e uma chance de lucro para muitas pessoas. Haverá um novo ciclo”, diz E. Wyllys Andrews V, diretor do Instituto de Pesquisas Mesoamericanas da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, Louisiana. “Nós sabemos que os maias pensavam que houve um antes, o que implica que eles estavam confortáveis com a ideia de um outro depois.
Cultura popular Filme “2012”Um filme chamado “2012”, dirigido por Roland Emmerich e estrelado pelos atores John Cusack, Danny Glover, Chiwetel Ejiofor, Amanda Peet, Thandie Newton, Oliver Platt e Woody Harrelson estreou em 13 de novembro de 2009. Em 12 de novembro de 2008, o estúdio liberou o primeiro trailer de “2012”, que mostrava uma megatsunami surgindo ao longo dos Himalaias, entrelaçado com uma mensagem supostamente científica sugerindo que o mundo acabaria em 2012 e que os governos da Terra não estavam preparando a população para o evento. O trailer termina com uma mensagem para os telespectadores descobrirem a “verdade”, procurando “2012” no Google. O The Guardian criticou a eficácia do marketing como “profundamente falha” e associou-o com “sites que fazem reivindicações ainda mais espúrias sobre 2012”.
O estúdio também lançou um site de marketing viral operado pelo fictício Institute for Human Continuity, onde os cinéfilos poderão solicitar um número de sorteio para ser parte de uma pequena população que seria resgatada da destruição global. O site fictício lista uma colisão com Nibiru, um alinhamento galáctico e um aumento da atividade solar entre os possíveis cenários apocalípticos.David Morrison da NASA recebeu mais de 1000 perguntas de pessoas que achavam que o site era genuíno e condenou-o, dizendo: “Eu mesmo tive casos de adolescentes escrevendo para mim dizendo que eles estavam pensando em suicídio, porque não queriam ver o fim do mundo. Eu acho que mentir na Internet e assustar crianças com o fim de ganhar dinheiro é eticamente errado.
Fonte: Wikipédia
A interpretação da Nova Era sobre essa “transição” postula que, durante este tempo, o planeta e seus habitantes podem sofrer uma transformação positiva física ou espiritual e que 2012 pode marcar o início de uma nova era. Outros sugerem que o ano de 2012 marca a data final do mundo ou o início de uma catástrofe semelhante. Teorias para o fim do mundo incluem a colisão da Terra com um planeta de passagem (muitas vezes referido como “Nibiru”) ou com um buraco negro, ou a chegada do próximo máximo solar.
Estudiosos de diversas áreas têm rejeitado a idéia de que uma catástrofe ocorrerá em 2012. Os principais estudiosos dos maias afirmam que previsões de morte iminente não são encontradas em qualquer um dos clássicos códices maias e que a ideia de que o calendário de contagem longa “termina” em 2012 deturpa a história maia.Os maias modernos não consideram a data significativa e as fontes clássicas sobre o tema são escassas e contraditórias, sugerindo que houve pouco ou nenhum consenso universal entre eles sobre o que a data pode significar.
Adicionalmente, astrônomos e outros cientistas rejeitam as previsões apocalípticas e as classificam como pseudociência, afirmando que os eventos previstos são desmentidos por simples observações astronômicas. A NASA tem comparado os medos em relação ao ano de 2012 com o fenômeno “Bug do milênio” no final da década de 1990, sugerindo que uma adequada análise dos fatos pode impedir temores de um desastre. A ideia de um evento mundial que ocorreria em 2012, baseado em qualquer tipo de interpretação do calendário de contagem longa, é rejeitada e considerada como pseudociência pela comunidade científica internacional.
Calendário de Contagem Longa
Civilização maiaPovos · Línguas · SociedadeReligião · Mitologia · Sacrifício humanoArquitetura · CalendárioTecidos · ComércioMúsica pré-colombiana · EscritaHistóriaColapso maia do clássicoConquista do IucatãFenômeno 2012v • e
Dezembro de 2012 marca o fim do atual ciclo b’ak’tun da contagem longa mesoamericana, a qual era usada na América Central antes da chegada dos europeus. Embora a contagem longa tenha sido provavelmente inventada pelos olmecas, tornou-se estritamente relacionada com a civilização maia, cujo período clássico durou entre 250 e 900 d. C. Os maias clássicos eram alfabetizados e seu sistema de escrita encontra-se substancialmente decifrado.
A contagem longa define a “data zero” em um ponto do passado, que marcou o fim do mundo anterior e o início do atual, correspondente a 11 ou 13 de agosto de 3114 a. C. no calendário gregoriano, dependendo da forma utilizada. Ao contrário do calendário usado atualmente pelos maias, a contagem longa foi linear, e não conjuntural, e mantida em unidades de tempo baseadas no sistema vigesimal. Por esse meio, 20 dias correspondem a um uinal, 18 uinals (360 dias) a um tun, 20 tuns a um k’atun e 20 k’atuns (144.000 dias) correspondem a um b’ak’tun. Assim, por exemplo, a data maia 8.3.2.10.15 representa 8 b’ak’tuns, 3 k’atuns, 2 tuns, 10 unials e 15 dias desde a data zero. Muitas inscrições maias têm a contagem de mudança para uma ordem mais elevada após 13 b’ak’tuns. Hoje, as correlações mais amplamente aceitas para o final do décimo terceiro b’ak’tun são no calendário ocidental os dias 21 e 23 de dezembro de 2012.[13]
Teoria apocalíptica Em 1957, o astrônomo Maud Worcester Makemson escreveu que “a realização do Grande Período de 13 b’ak’tuns será da maior importância para os maias. Nove anos depois, Michael D. Coe, mais ambiciosamente, afirmou que o “Armageddon degeneraria todos os povos do mundo desde a sua criação, e que no dia do décimo terceiro e último b’ak’tun o universo seria aniquilado, no dia 24 de dezembro de 2012 (depois revisada para 23 de dezembro de 2012) quando o Grande Ciclo da contagem chega a sua conclusão. A questão é ainda mais complicada por diversas cidades-estados maias empregarem a contagem longa de maneira diferente. Em Palenque, a evidência sugere que os sacerdotes acreditavam que o ciclo terminaria após 20 b’ak’tuns e não 13. Objeções
As previsões apocalípticas de Coe foram repetidas por outros estudiosos até o início da década de 1990.Entretanto, mais tarde, pesquisadores disseram que, embora o final do 13º b’ak’tun talvez seja um motivo de comemoração, não marca o final do calendário. “Não há nada em qualquer profecia maia, asteca ou da antiga Mesoamérica que sugira que eles profetizaram qualquer tipo de grande ou súbita mudança em 2012”, diz o estudioso dos maias Mark Van Stone. “A noção de que um “Grande Ciclo” vai chegar ao fim é uma invenção completamente moderna. Em 1990, os estudiosos maias Linda Schele e David Freidel argumentaram que os maias “não conceberam que isso seja o fim da criação, como muitos sugeriram. Susan Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia Latino-Americana no Museu de História Natural da Flórida, declarou: “nós não temos nenhum registro ou conhecimento de que [os maias] pensavam que o mundo chegaria ao fim” em 2012.Para os antigos maias, isso era uma grande celebração que seria feita até o fim de um ciclo”, diz Sandra Noble, diretora executiva da Fundação para o Avanço dos Estudos Mesoamericanos em Crystal River, Flórida, Estados Unidos. A escolha de 21 de dezembro de 2012 como o dia de um evento apocalíptico ou de um momento cósmico de mudança, diz ela, é “uma completa invenção e uma chance de lucro para muitas pessoas. Haverá um novo ciclo”, diz E. Wyllys Andrews V, diretor do Instituto de Pesquisas Mesoamericanas da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, Louisiana. “Nós sabemos que os maias pensavam que houve um antes, o que implica que eles estavam confortáveis com a ideia de um outro depois.
Cultura popular Filme “2012”Um filme chamado “2012”, dirigido por Roland Emmerich e estrelado pelos atores John Cusack, Danny Glover, Chiwetel Ejiofor, Amanda Peet, Thandie Newton, Oliver Platt e Woody Harrelson estreou em 13 de novembro de 2009. Em 12 de novembro de 2008, o estúdio liberou o primeiro trailer de “2012”, que mostrava uma megatsunami surgindo ao longo dos Himalaias, entrelaçado com uma mensagem supostamente científica sugerindo que o mundo acabaria em 2012 e que os governos da Terra não estavam preparando a população para o evento. O trailer termina com uma mensagem para os telespectadores descobrirem a “verdade”, procurando “2012” no Google. O The Guardian criticou a eficácia do marketing como “profundamente falha” e associou-o com “sites que fazem reivindicações ainda mais espúrias sobre 2012”.
O estúdio também lançou um site de marketing viral operado pelo fictício Institute for Human Continuity, onde os cinéfilos poderão solicitar um número de sorteio para ser parte de uma pequena população que seria resgatada da destruição global. O site fictício lista uma colisão com Nibiru, um alinhamento galáctico e um aumento da atividade solar entre os possíveis cenários apocalípticos.David Morrison da NASA recebeu mais de 1000 perguntas de pessoas que achavam que o site era genuíno e condenou-o, dizendo: “Eu mesmo tive casos de adolescentes escrevendo para mim dizendo que eles estavam pensando em suicídio, porque não queriam ver o fim do mundo. Eu acho que mentir na Internet e assustar crianças com o fim de ganhar dinheiro é eticamente errado.
Fonte: Wikipédia
Sinais da volta do Senhor Jesus
O primeiro semestre de 2010 foi atípico, marcado por inúmeras catástrofes, deixando um rastro de dores, milhares de mortos, prejuízos incalculáveis. Foi, também, um período onde a violência se multiplicou, da mesma forma que ciência, guerras e divergências entre pais e filhos.
Está próxima a segunda vinda de Jesus
“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.” (Mateus 24:36).
“Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas.” (Mateus 24:33).Abaixo algumas das principais catástrofes ocorridas no primeiro semestre de 2010 no mundo:
• Terremoto na China provocou a morte de quase 1.500 pessoas;
• Vulcão na Islândia espalhou cinzas tóxicas no espaço a mais de 6 mil metros de altura, obrigando o fechamento de aeroportos, com um prejuízo estimado em R$ 3,5 bilhões;
• O vazamento de mais de 454 milhões de litros de petróleo no Golfo do México, está sendo considerado o maior desastre já ocorrido no meio ambiente;
• Mais de dois milhões de pessoas foram atingidas por terremoto no Chile; mais de um milhão de casas destruídas;
• O terremoto do Chile provocou uma mudança na rotação do Planeta deslocando o seu eixo em aproximadamente oito centímetros;
• Mais de 20 terremotos atingiram o Sul dos EUA;
• Mais de seis tornados passaram pela região do meio-oeste dos EUA. Os temporais deixaram milhares de pessoas desabrigadas;
• “Apocalipse da neve” foi o nome dado pelos americanos à nevasca que atingiu Washington em fevereiro deste ano, afetando o continente desde o Estado de Indiana até a Pensilvânia, passando por áreas de Nova York e da Carolina do Norte;
• O número de desabrigados no Brasil, no primeiro semestre deste ano, foi recorde. 407 municípios atingidos pelas enchentes, em13 estados brasileiros.
“Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas.” (Mateus 24:33).Abaixo algumas das principais catástrofes ocorridas no primeiro semestre de 2010 no mundo:
• Terremoto na China provocou a morte de quase 1.500 pessoas;
• Vulcão na Islândia espalhou cinzas tóxicas no espaço a mais de 6 mil metros de altura, obrigando o fechamento de aeroportos, com um prejuízo estimado em R$ 3,5 bilhões;
• O vazamento de mais de 454 milhões de litros de petróleo no Golfo do México, está sendo considerado o maior desastre já ocorrido no meio ambiente;
• Mais de dois milhões de pessoas foram atingidas por terremoto no Chile; mais de um milhão de casas destruídas;
• O terremoto do Chile provocou uma mudança na rotação do Planeta deslocando o seu eixo em aproximadamente oito centímetros;
• Mais de 20 terremotos atingiram o Sul dos EUA;
• Mais de seis tornados passaram pela região do meio-oeste dos EUA. Os temporais deixaram milhares de pessoas desabrigadas;
• O número de desabrigados no Brasil, no primeiro semestre deste ano, foi recorde. 407 municípios atingidos pelas enchentes, em13 estados brasileiros.
Os dias Atuais
A Igreja Fiel vive o momento profético que precede a volta do Senhor Jesus em glória para arrebatar Sua Igreja. Não se sabe o dia nem a hora, mas temos a obrigação de discernir os sinais dos tempos. Para que a Igreja pudesse entender o momento profético em que vive, o Senhor Jesus falou a respeito de vários sinais no Sermão Profético do capítulo 24 de Mateus e no livro do Apocalipse. Como Noiva de Jesus, a Igreja está alerta ao retorno do Senhor, com candeias cheias de azeite, cheias do Espírito Santo.
Além de proclamar que o Senhor Jesus está vivo, a Igreja tem a grande responsabilidade de anunciar que Ele em breve voltará. Martinho Lutero declarou que a Igreja deve viver como se Jesus tivesse morrido ontem, ressuscitado hoje e fosse voltar amanhã. Maranata! O Senhor Jesus vem!
O tempo de Noé e o nosso tempo
A Palavra do Senhor diz que como aconteceu nos dias de Noé, quando veio o dilúvio e consumiu a todos, assim será a vinda do Senhor Jesus. Isto quer dizer que o mundo não se aperceberá desse momento e que a Igreja deve se preparar, integrada com a Obra de Deus, para não incorrer nos juízos profetizados.
Naqueles dias comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, e em outra referência: compravam, vendiam, plantavam e edificavam. O mundo de então se realizava com essas atividades, sendo através delas que homens se impunham na sociedade, estribando-se nas posses, na capacidade de dispor os seus bens e se apresentarem na sua vida social.
A prática delas era prioritária nas suas vidas, fazendo delas o norteamento das suas ações, porque crescendo nelas, apoiados no poder material, se situavam como pessoas importantes naquele mundo. Noé desempenhava as mesmas atividades como uso natural, mas sua prioridade era realizar-se dentro de uma vida numa outra dimensão, já que a obra que ele executava (a arca) estava dentro de uma orientação divina, diferença esta fundamental, mas imperceptível e incompreensível para o mundo.
Enquanto para os outros era importante participar dos acontecimentos, jantares, reuniões sociais, discursos políticos, de se apresentar bem como pessoas importantes, em poder, e em liderança, Noé tinha satisfação com a Obra de Deus, onde estava a sua esperança de eternidade.
A construção da arca
• Tinha medidas precisas e especiais, na forma, arquitetura e padrão de equilíbrio, para flutuar sem qualquer dificuldade e com perfeição para suportar toda a carga que seria aplicada;
Tinha trezentos côvados de comprimento, cinquenta côvados de largura e trinta côvados de altura, ou aproximadamente em nossas medidas: 171,00 m x 28,50 m x 17,00 m.
Construção orientada por Deus
-Tinha três andares, cada um com pé-direito médio de cerca de 5,50m;
-Era de madeira de gofer (ou cipreste), madeira sempre verde e resinosa, escolhida com conhecimento para proporcionar resistência à carga dos diversos animais que iria abrigar, bem como as provisões e às pressões da água do dilúvio;Foi betumada (ou calafetada), por dentro e por fora, para promover a vedação preventiva contra as intempéries que, mais tarde, mostrou-se eficiente;
-Era de madeira de gofer (ou cipreste), madeira sempre verde e resinosa, escolhida com conhecimento para proporcionar resistência à carga dos diversos animais que iria abrigar, bem como as provisões e às pressões da água do dilúvio;Foi betumada (ou calafetada), por dentro e por fora, para promover a vedação preventiva contra as intempéries que, mais tarde, mostrou-se eficiente;
-Foi feita com compartimentos para receber a família de Noé, os animais conforme sua espécie, os mantimentos, cozinha, refeitório e espaços para suprir as demais necessidades;
-Os animais eram seres vivos que precisavam de mantimentos para sua sobrevivência, havia o expurgo de seus dejetos e era necessária a separação das espécies para que um não devorasse o outro. Tudo foi previsto;
-Condições para passar ali os trezentos e setenta e cinco dias do dilúvio, aproximadamente um ano;
-Os animais eram seres vivos que precisavam de mantimentos para sua sobrevivência, havia o expurgo de seus dejetos e era necessária a separação das espécies para que um não devorasse o outro. Tudo foi previsto;
-Condições para passar ali os trezentos e setenta e cinco dias do dilúvio, aproximadamente um ano;
-A porta foi colocada no alto e quando todos entraram, fechou-se automaticamente;
-A ciência daquele tempo não era avançada como hoje e não havia conhecimento para essa obra, nem indústria, nem ferramentas adequadas;
-Foi uma obra persistente e determinada que durou aproximadamente 100 anos;
E, por final, a construção da arca não fazia sentido num local seco e longe do mar.
-A ciência daquele tempo não era avançada como hoje e não havia conhecimento para essa obra, nem indústria, nem ferramentas adequadas;
-Foi uma obra persistente e determinada que durou aproximadamente 100 anos;
E, por final, a construção da arca não fazia sentido num local seco e longe do mar.
Projeto traçado por Deus
“Estas são as gerações de Noé. Noé era varão justo e reto em suas gerações; Noé andava com Deus” (Gênesis 6:9).
Aquela construção não era uma obra qualquer pois tinha projeto minucioso, conhecimento científico e materiais especiais. Era um projeto de Deus. Executando seu projeto, Deus informou a Noé que iria exercer juízo sobre o mundo daquela época:
“Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face, porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra” (Gen. 6:13).
“Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face, porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra” (Gen. 6:13).
E orientou a Noé a construção da arca:
“Faze para ti uma arca de madeira de Gofer; farás comparti-mentos na arca, e a betumarás por dentro e por fora com betume” (Gen. 6:14).
Todas as orientações vieram de Deus, e Foi Ele mesmo quem fechou a porta da arca quando Noé, sua família e os animais entraram. Noé estava dentro da realidade de Deus, que lhe disse o que iria acontecer, que afinal mostrou-se verdadeira: veio o dilúvio e consumiu a todos, trazendo, porém a salvação para Noé e sua família.
Enquanto todos levavam a vida no processo natural do mundo (comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento), Noé estava inserido num projeto traçado por Deus, que no final lhe traria a salvação.
A vinda do filho do homem
Esta Obra precisa ser vivida dia-a-dia assim como a arca, que foi construída durante uma quase uma existência, observando todas as suas minúcias, vivenciada momento a momento , um detalhe dando continuidade a outro.
Na medida em que vivemos a Obra de Deus, seguindo suas orientações, estamos construindo o veículo que nos levará à eternidade. Não é obra de um dia, não é obra de um repente, é uma obra completa e perfeita. Tudo está muito perfeitamente estabelecido pelo autor do projeto, simples para quem tem uma relação com Deus, mas complexa sob o ponto de vista humano descrente. Não há conhecimento humano para construí-la, pois seu projeto vem da eternidade.
A realidade de Deus é que o Senhor Jesus vai voltar para buscar a sua Igreja antes de exercer o juízo já profetizado, como nos dias de Noé. O mundo será pego de surpresa, não haverá tempo para a salvação de última hora. Para entendê-la, é preciso vivência e amadurecimento porque a cada dia o Senhor vai mostrando detalhe por detalhe do projeto de salvação, revelando os mistérios e segredos de sua Obra grandiosa.
A Obra de Deus tem um projeto para a eternidade do homem, que precisa ser entendido progressivamente, o que se faz em constante sintonia com seu idealizador. É preciso estar envolvido com ela porque a construção se dá dia a dia. Noé estava muito ocupado na construção da arca, entendia dela, de seus detalhes, de seus compartimentos e de sua finalidade, integrado com o momento de sua partida, como a Igreja Fiel está em constante vigilância envolvida na grandiosa Obra de Deus.
Assim como foi nos dias de Noé, também precisamos construir a arca, ou seja, o veículo que nos levará à eternidade, e que vai promover a nossa salvação. A ciência se multiplicou muitíssimo desde os tempos de Noé, mas o homem é o mesmo, ele é inclinado para o material e para as suas próprias razões.
“E como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do Homem.”
Casamento de Isabela e Iallysson Santos reúne a nata da sociedade em João Pessoa/PB
Já foram feitos outros posts sobre a badalada festa de casamento de Isabela Marinho e Ialysson Santos. Agora, preparei um todo especial com os detalhes mais preciosos do evento. Da linda decoração, buffet, mesa de doces, vestido da noiva, looks dos convidados... A festa foi mais do que perfeita!
O belo casal Danielle Dantas e Vinícius Marinho.
A futura mamãe da Anne Carolline Danielle Dantas.
Não podemos negar que tudo ficou belissimo.
Que a felicidade seja repleta na vida do casal.
A beleza dos noivos Isabella e Lallysson.
A mãe da noiva. Belissima!
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